Diary

Esta página contém os registos diários de alguns dos acontecimentos que consideramos mais marcantes na nossa vida, uns que nos deixaram plenos de alegria, outros que nos indignaram, mas que ao mesmo tempo nos tornaram ainda mais fortes e observadores do mundo que nos rodeia.



Dia #23 de Fevereiro de 2013

Hoje, lá fomos nós até ao "Estádio do Glorioso". Não para assistir a um qualquer jogo do nosso Benfica, mas para participar na cerimónia de entrega dos emblemas de platina, ouro e prata aos sócios que completaram 75, 50 e 25 anos de dedicação ao Sport Lisboa e Benfica.
Chegámos adiantados vinte minutos, para um evento que estava marcado para as 10 horas. O Pavilhão Império Bonança já começava a fervilhar com os homenageados, suas famílias e amigos que quiseram marcar presença nesta grande festa benfiquista.
Ao longo dos minutos seguintes, o pavilhão já começava a desenhar uma moldura humana que aguardava com expectativa o início da cerimónia.
À hora prevista, após uma breve actuação de um coro que fez ecoar pelo pavilhão a música de Zeca Afonso "Traz outro amigo também" e o hino do Clube, foi a vez do presidente Luís Filipe Vieira dar as boas vindas à "Família Benfiquista" e declarar aberta a cerimónia de entrega aos sócios dos emblemas de dedicação ao Benfica.
Os primeiros a serem agraciados com o emblema de platina foram os sócios que completaram 75 anos de dedicação, seguidos dos sócios com cinquenta anos de ligação ao Clube, acabando com os galardoados com o emblema de prata.
Pela minha parte, não podia deixar de notar a imensa alegria que senti ao ver o Sócio Correspondente nº 4246 a receber, das mãos do presidente Luís Filipe Vieira, o emblema de ouro pelos seus cinquenta anos de dedicação ao Sport Lisboa e Benfica (desde 1962).
São momentos que ficam gravados para sempre na nossa memória. 


Dia #25 de Janeiro de 2013

Hoje, celebramos dez anos de casamento. Como o tempo voa... Como se costuma dizer: parece que foi ontem!
O balanço é francamente positivo. Por entre momentos menos bons, que também os houve, sobressaem, contudo, os momentos que nos deixaram felizes, os que nos fortaleceram e, mais ainda, aqueles que o futuro nos reserva. O nosso desafio é transformar esse futuro numa busca permanente de felicidade, de respeito um para com o outro e na procura de um mundo cada vez melhor, para nós e para todos os outros.
Que para o ano haja mais, e com uma redobrada esperança.  


Dia #17 de Janeiro de 2013

Recebi hoje, após muita insistência, o Certificado de Trabalho e a Declaração de Situação de Desemprego que havia solicitado à oficina, pela primeira vez, no dia 28 de Novembro de 2012. Tendo em conta que o meu advogado e eu próprio dirigimos vários apelos à empresa e aos seus gerentes para que me fossem facultados aqueles documentos, é lamentável que, mais uma vez, o C.B. e o J.B. tivessem pugnado por um comportamento absolutamente abjecto no que diz respeito à minha pessoa. Acho que só mesmo depois de ter solicitado a intervenção da Autoridade para as Condições no Trabalho é que a situação teve um desfecho favorável, o que só demonstra a má-fé, a falta de carácter e o cinismo com que aquelas duas pessoas impregnam o seu ordinário quotidiano.
Se é certo que a referida declaração deve ser emitida pelo empregador nos termos do artº 43º do Decreto-Lei nº 220/2006, de 3 de Novembro, no prazo de cinco dias úteis a contar da data do pedido do trabalhador, a verdade, porém, é que apenas cinquenta dias depois é que chegou ao meu poder.
Esta é, assim, mais uma execrável vicissitude do meu contrato de trabalho, o qual foi abruptamente interrompido no passado dia 18 de Maio de 2012 graças a um saneamento deliberadamente impulsionado pelo C.B., que usou de todos os expedientes maliciosos e ilegais para levar a bom porto o seu objectivo cimeiro de correr comigo da oficina a qualquer custo, mesmo que para isso se socorresse da mais vil e repugnante arma que um empregador tem ao seu alcance: a chantagem e a saturação psicológicas, o uso de motivos torpes, a indiferença e a mentira descarada.
Resta-me a esperança de que Deus, na hora do "Juízo Final", não se esqueça desta gente dissimulada, que se faz passar por séria e honesta - mas que é intelectual e socialmente podre -, e lhes retribua em dobro todo o mal que me fizeram.

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